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O 1Password anunciou, nesta quinta-feira (16), uma nova integração com o Claude que permite aos agentes autônomos realizar login em sites sem visualizar as credenciais de acesso armazenadas no gerenciador de senhas. Com a novidade, o trabalho da IA fica mais seguro. A plataforma também lançou o “Modo Agente”, um novo recurso integrado à extensão do gerenciador para navegadores que reforça a proteção das informações sigilosas. Quando um bot autônomo compatível assumir o lugar do usuário, só conseguirá visualizar os dados aprovados para a tarefa atual.
O modo Estádio de Overwatch está com os dias contados. A Blizzard confirmou que não desenvolverá novos heróis ou mapas para a modalidade inspirada em MOBA após ela representar apenas cerca de 6% da base diária de jogadores do game. A informação foi divulgada por Aaron Keller, diretor do shooter, em uma nova edição do Director's Take. Segundo Keller, embora o modo tenha conquistado um público fiel, ele permaneceu pequeno em comparação aos formatos tradicionais do jogo. "Não planejamos expandir o Estádio com novos heróis ou mapas", afirmou o diretor. Ainda assim, o modo continuará recebendo atualizações de balanceamento, recompensas sazonais e redefinições de ranque. Mesmo sem novos conteúdos previstos, o modo permanecerá disponível para os jogadores. A Blizzard também confirmou que os desenvolvedores do Estádio serão realocados para trabalhar em futuras atualizações e projetos relacionados ao universo de Overwatch.
Uma falha crítica chamada PromptFiction no Claude Desktop permitia que hackers controlassem a IA de vítimas com um só clique. Revelada pela Oasis Security, a brecha usava o atalho "claude://" do sistema para forçar a inteligência artificial a executar ordens automaticamente, sem qualquer aprovação do usuário. O ataque utilizava links camuflados com instruções maliciosas que ficavam escondidas pela própria interface do Claude. Isso permitia aos invasores roubar históricos de conversas ou dados corporativos e enviá-los em silêncio aos seus próprios servidores. Em casos mais graves, a vulnerabilidade possibilitava a injeção de vírus e o controle remoto total do computador infectado